Automação de processos para empresas
Retiramos processos repetitivos das mãos da sua equipa.
Libertamos horas que podem ser usadas para aumentar a capacidade e melhorar o serviço. Construímos automações para pedidos, documentos, follow-up e relatórios, integradas no trabalho que a empresa já faz.
Resposta em 24 horas úteis.
Um pedido, do início ao fim
- EntradaO pedido chega por email ou WhatsApp.
- Leitura e registoOs dados são extraídos e gravados no sítio certo.
- Revisão humanaUma pessoa confirma antes de seguir para o cliente.
- RespostaO pedido avança e fica registado para consulta.
ExceçãoO que não encaixa nas regras fica em espera e é sinalizado, em vez de seguir errado.
Quatro processos que deixam de precisar de alguém a empurrar.
Escolha uma demonstração. Cada uma mostra o que entra, o que o sistema faz sozinho e em que ponto entra uma pessoa.
Entrada: faturas, guias ou contratos que chegam por email ou para uma pasta partilhada.
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Documento recebido
O ficheiro entra no fluxo com origem, data e tipo já identificados. Deixa de ficar à espera numa caixa de entrada.
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Informação extraída
Os campos que interessam são lidos e convertidos para o formato que a empresa já usa.
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Validação
Valores fora do intervalo, campos em falta ou leitura com pouca confiança ficam à espera de aprovação.
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Registo
O documento fica arquivado e os dados seguem para a folha ou o sistema onde vão ser usados.
Onde entra uma pessoa: na validação, sempre que o sistema não tem confiança suficiente para registar sozinho.
Entrada: mensagens de clientes no WhatsApp da empresa, dentro e fora do horário de trabalho.
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Mensagem recebida
O contacto fica registado com o histórico da conversa, sem depender de quem estiver disponível nesse momento.
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Qualificação
O sistema recolhe o que falta saber para encaminhar o pedido: o que a pessoa precisa, para quando, e a quem pertence.
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Resposta dentro das regras
Responde apenas ao que está aprovado. Fora disso não improvisa nem inventa uma resposta.
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Passagem para uma pessoa
Pedidos sensíveis, fora do âmbito ou com pouca confiança saem do fluxo automático já com o contexto reunido.
Onde entra uma pessoa: na passagem, com a conversa e a qualificação já feitas.
Entrada: pedidos que chegam por formulário, email ou telefone e que passam a ter um dono e um prazo.
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Pedido recebido
O pedido entra num único sítio, com cliente, assunto e data de entrada.
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Tarefa criada
Fica atribuída a uma pessoa, com prazo. É aqui que a responsabilidade passa a estar visível.
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Lembrete
Se a data passar sem resposta, o sistema avisa antes de o cliente ter de perguntar.
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Atualização
O estado do pedido é atualizado no registo e quem precisa de saber fica a saber.
Onde entra uma pessoa: logo na criação da tarefa. A automação trata do lembrete e do registo, não da decisão.
Entrada: os mesmos dados, das mesmas origens, na mesma altura de cada semana ou de cada mês.
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Dados reunidos
O sistema vai buscar os números às origens definidas e verifica se falta alguma.
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Relatório preparado
O documento é montado sempre com a mesma estrutura, para poder ser comparado com o anterior.
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Revisão
Alguém confirma antes de sair. Diferenças fora do habitual ficam assinaladas.
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Envio
Segue para a lista definida, na data combinada, e fica guardado no histórico.
Onde entra uma pessoa: na revisão. O relatório não sai sem aprovação.
O sistema sabe o que pode fazer e quando deve chamar alguém.
Executar automaticamente
Passos repetíveis, com dados e regras definidos, podem correr sem intervenção em cada caso.
Pedir revisão
Rascunhos, baixa confiança, valores fora do intervalo ou informação incompleta ficam à espera de aprovação.
Encaminhar para uma pessoa
Exceções, decisões sensíveis e situações que não estavam previstas saem do fluxo automático.
Antes de construir, definimos com a empresa o que o sistema pode fazer, que dados usa, quem tem acesso e onde deve parar.
O processo continua a existir. O trabalho manual deixa de estar em todos os passos.
Horas libertadas
A equipa deixa de repetir os mesmos downloads, cópias, classificações, envios e lembretes. As horas que ficam livres podem ir para trabalho que precisa de julgamento.
Menos erro humano
O engano aparece quase sempre na passagem de informação de um sítio para outro. Validações e registos reduzem erros de cópia e tornam as exceções visíveis, em vez de passarem despercebidas.
Capacidade para crescer
Um fluxo estável pode absorver mais volume sem aumentar cada passo manual na mesma proporção.
Construímos e testamos um processo de cada vez.
Cada etapa só começa quando a anterior está fechada. É assim que um fluxo entra em uso sem parar o trabalho da equipa.
- 1
Conversa inicial
Percebemos a tarefa, a frequência, as ferramentas e quem é responsável pelo resultado. A conversa é gratuita.
- 2
Âmbito ou diagnóstico
Se o processo já estiver claro, definimos o âmbito técnico. Quando é necessário mapear vários processos ou departamentos, propomos um diagnóstico pago antes da implementação.
- 3
Desenho e regras
Construímos o fluxo e fixamos por escrito as exceções, os acessos e os pontos de aprovação.
- 4
Teste com casos reais
Testamos entradas normais, dados incompletos e situações fora do padrão. Corrigimos antes de o fluxo entrar em uso.
- 5
Entrega e acompanhamento
Documentamos o que foi construído, como é monitorizado e quem trata cada exceção.
Se a empresa avançar com a Automação recomendada, o valor do diagnóstico é descontado na implementação.
Perguntas frequentes
Já preciso de saber o que quero automatizar?
Não. Pode chegar com uma tarefa concreta, uma ideia ou apenas a sensação de que existe demasiado trabalho manual. A conversa inicial serve para perceber o próximo passo.
Uma automação precisa sempre de IA?
Não. Regras, cálculos e passagens simples podem funcionar melhor sem IA. A IA entra quando é necessário interpretar texto, documentos ou contexto.
O bot pode responder algo errado a um cliente?
Qualquer sistema pode falhar. Por isso definimos respostas aprovadas, níveis de confiança, exceções e situações que passam para uma pessoa. O objetivo é controlar o risco, não fingir que ele desaparece.
Conseguem ligar qualquer CRM a qualquer ERP?
Não assumimos isso sem análise técnica. Nesta fase trabalhamos sobretudo com fluxos delimitados nas ferramentas existentes. Integrações críticas ou profundas exigem diagnóstico próprio.
Como são tratados os dados?
Antes de construir, fica definido que dados entram, por onde passam, quem lhes acede e que casos exigem validação. As decisões jurídicas e bases legais são validadas pela empresa e pelos seus profissionais qualificados.
Fale-nos do processo que quer retirar da equipa.
Partilhe agora o processo que quer avaliar. Diga-nos apenas em que ponto está, o diagnóstico é connosco.